Alguns dados do inquérito realizado aos visitantes da Feira do Fumeiro, em Vinhais
1 – Idade
Idade média dos visitantes – 46 anos
Idade média dos visitantes de fora do concelho – 47 anos
Idade média dos visitantes do concelho – 42 anos
2 – Escolaridade
1º Ciclo - 15,8% dos visitantes
2º e 3º Ciclos – 23,9% dos visitantes
Ensino Secundário – 21,5% dos visitantes
Ensino Superior – 38,8% dos visitantes
Dos visitantes de fora do concelho, 41,7% tinham o ensino superior.
3 – Principais profissões dos visitantes
Advogado -------------------------------1,0%
Agricultor -------------------------------3,8%
Bancário --------------------------------1,0%
Comerciante -----------------------------6,7%
Desempregado ---------------------------3,8%
Doméstica --------------------------------1,0%
Economista -------------------------------1,0%
Electricista --------------------------------1,4%
Empregado Construção civil --------------2,9%
Empresário -------------------------------7,2%
Enfermeiro -------------------------------1,9%
Engenheiro -------------------------------4,3%
Estudante --------------------------------8,1%
Func. Público -----------------------------2,9%
Gestor comercial -------------------------1,9%
Mecânico ---------------------------------1,9%
Médico -----------------------------------1,9%
Militar (GNR, PSP) -----------------------3,3%
Professor ---------------------------------8,6%
Reformado -------------------------------12,0%
Táxista -----------------------------------1,0%
Técnico de Vendas -----------------------1,4%
Outros -----------------------------------21,1%
4 – Proveniência dos visitantes
- 74,6% dos visitantes residem fora do concelho de Vinhais
- 44,52% dos visitantes residem fora da região de Trás-os-Montes e Alto Douro (NUT III Alto Trás-os-Montes e NUT III (Douro)
- 80,9% dos visitantes residem na Região Norte (NUT II Norte)
Visitantes do estrangeiro
- 3,3% do total de visitantes e 6% dos visitantes de fora da região de Trás-os-Montes e Alto Douro têm residência no estrangeiro (Espanha, França, …)
- 2,4% do total de visitantes e 4,3% dos visitantes de fora do concelho residem em Espanha
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Alguns dados do inquérito realizado aos visitantes da Feira da Caça e do Turismo, em Macedo de Cavaleiros
Alguns dados do inquérito realizado aos visitantes da Feira da Caça e do Turismo, em Macedo de Cavaleiros
1 - Idade
Idade média dos visitantes – 44 anos
Idade média dos visitantes de fora do concelho – 46 anos
Idade média dos visitantes do concelho – 40 anos
2 - Escolaridade
1º Ciclo - 18,7% dos visitantes
2º e 3º Ciclos – 27,9% dos visitantes
Ensino Secundário – 24,7% dos visitantes
Ensino Superior – 28,8% dos visitantes
Dos visitantes de fora do concelho, 32,1% tinham o ensino superior.
3 – Profissões
Agricultor 4,6%
Comerciante 4,1%
Doméstica 4,6%
Empresário 10,0%
Engenheiro 5,5%
Estudante 5,5%
Funcionário Público 4,6%
Motorista 4,1%
Professor 9,1%
Reformado 8,2%
Outras 39,7%
4 – Proveniência dos visitantes
59,8% dos visitantes vieram de fora do concelho
32% dos visitantes vieram de fora da região de Trás-os-Montes e Alto Douro (NUT III Alto Trás-os-Montes e NUT III (Douro)
2,8% do total de visitantes e 8,6% dos visitantes de fora da região de Trás-os-Montes e Alto Douro vieram do estrangeiro (Espanha e França)
2,3% do total de visitantes e 3,8% dos visitantes de fora do concelho vieram de Espanha
0,5% do total de visitantes e 0,8% dos visitantes de fora do concelho vieram de França
1 - Idade
Idade média dos visitantes – 44 anos
Idade média dos visitantes de fora do concelho – 46 anos
Idade média dos visitantes do concelho – 40 anos
2 - Escolaridade
1º Ciclo - 18,7% dos visitantes
2º e 3º Ciclos – 27,9% dos visitantes
Ensino Secundário – 24,7% dos visitantes
Ensino Superior – 28,8% dos visitantes
Dos visitantes de fora do concelho, 32,1% tinham o ensino superior.
3 – Profissões
Agricultor 4,6%
Comerciante 4,1%
Doméstica 4,6%
Empresário 10,0%
Engenheiro 5,5%
Estudante 5,5%
Funcionário Público 4,6%
Motorista 4,1%
Professor 9,1%
Reformado 8,2%
Outras 39,7%
4 – Proveniência dos visitantes
59,8% dos visitantes vieram de fora do concelho
32% dos visitantes vieram de fora da região de Trás-os-Montes e Alto Douro (NUT III Alto Trás-os-Montes e NUT III (Douro)
2,8% do total de visitantes e 8,6% dos visitantes de fora da região de Trás-os-Montes e Alto Douro vieram do estrangeiro (Espanha e França)
2,3% do total de visitantes e 3,8% dos visitantes de fora do concelho vieram de Espanha
0,5% do total de visitantes e 0,8% dos visitantes de fora do concelho vieram de França
Feiras da Caça e Turismo de Macedo visitadas por mais de 20 mil pessoas
Terminou ontem mais uma edição de sucesso da Feira da Caça e da Feira de Turismo. Durante os quatro dias dos eventos mais de 20 mil pessoas, entre portugueses e espanhóis, passaram pelo recinto do Parque Municipal de Exposições para visitar as Feiras. Entre eles contaram-se os muitos caçadores e participantes das diversas actividades propostas pelo programa deste ano. Cerca de 450 caçadores estiveram em Macedo de Cavaleiros integrados nas quatro montarias do cartaz, na Prova de Santo Huberto – IV Prémio Galaico-Português, que este ano introduziu a novidade de caça com cães de raça spaniel, e na II Copa Ibérica de Cetraria, prova que uma vez mais conquistou falcoeiros portugueses e espanhóis e deu espectáculo às dezenas de pessoas presentes. O II Raid Turístico voltou a suscitar o interesse dos amantes do todo-o-terreno, com mais de 30 veículos, num total de 100 participantes, a percorrerem durante o dia de sábado diversos pontos de interesse turístico do concelho de Macedo de Cavaleiros.No domingo as atenções dividiram-se pela I Corrida de Galgos e pela I Prova de Radiomodelismo.O Seminário “Apoios Financeiros no Sector da Caça e do Turismo” foi outra das actividades que contou com uma notável afluência de participantes, cativados pela pertinência das temáticas em debate.O Seminário contou com a participação de diversas personalidades da área da cinegética e do turismo, bem como de instituições sócio-profissionais.
In http://www.noticiasdonordeste.com/noticia1.html
In http://www.noticiasdonordeste.com/noticia1.html
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
Feira do Fumeiro de Vinhais: tradição aliada às novas regras
Espaço gourmet, com cerca de 40 expositores de produtos de excelência nacionais, é uma das novidades do certame.
A 29ª Feira do Fumeiro de Vinhais, que decorre de cinco a oito de Fevereiro, contará com 90 expositores de produtores de fumeiro, devidamente licenciados para o efeito, dos quais 60 são produtores individuais, 23 cozinhas regionais e quatro unidades industriais. “Todos os produtores presentes na feira estão licenciados, uns porque têm estabelecimentos de venda directa legalizados pelo decreto-lei 57/99, outros porque são unidades industriais e cerca de 60 possuem uma autorização temporária de laboração, regularizada pela circular emitida pelo Gabinete de Planeamento e Políticas do Ministério da Agricultura. A feira mantém a tradição dos seus produtos aliada à modernidade das novas regras e tem caminhado no sentido de ser inteiramente legal”, explicou Carla Alves, da organização do certame. Contudo, como acrescentou, “muito antes de existirem as normativas já tínhamos o regulamento da feira que restringia a participação de produtores, com o objectivo de garantir a qualidade e segurança dos produtos”. Entre as exigências, é obrigatório que o fumeiro seja de carne de porco bísaro ou cruzado de bísaro, que os porcos sejam abatidos no matadouro de Vinhais e que os animais sejam provenientes de uma exploração licenciada, com marca de exploração. O trabalho de licenciamento de produção que a autarquia tem levado a cabo será para continuar, pois no próximo ano o novo regulamento que entra em vigor em 29 de Janeiro, o decreto-lei 209/2008, um diploma de licenciamento industrial, irá introduzir alterações. “É um regime industrial onde cabe a pequena produção e é por aí que vamos tentar que os pequenos produtores para o ano estejam legais e enquadrados no novo regime”, referiu Carla Alves. Américo Pereira, presidente da Câmara Municipal de Vinhais, adiantou que o município já está a desenvolver um trabalho com os produtores de preparação para a nova legislação, afirmando compreender as exigências, uma vez que “a questão da segurança alimentar é muito importante e quem compra fumeiro de Vinhais tem a garantia absoluta de que compra fumeiro de qualidade”. Para além dos stands dedicados ao fumeiro, prevendo-se a venda de produtos de cerca de 550 porcos, a feira contará com a participação de 64 artesãos de todo o país, 15 expositores de maquinaria agrícola, dez tasquinhas, com cozinhas equipadas e licenciadas, e a novidade deste ano, um pavilhão onde estarão presentes 40 expositores de produtos gourmet nacionais, como azeite, vinhos, queijos, compotas, doçaria, entre outros. “Uma das grandes novidades é o espaço gourmet com produtos de excelência. Trata-se de um desafio importante, tendo-se reunido pela primeira vez 40 stands de produtos de grande qualidade e com muita procura”. O programa da 29ª edição tem ainda como novidade uma Luta de Touros, mas também as habituais Jornadas do Porco Bísaro, onde será discutido o recente diploma sobre a aplicação do novo regime aos pequenos produtores. Da feira, que este ano tem um orçamento inferior aos 170 mil euros da edição anterior, fazem ainda parte as jornadas gastronómicas, o Concurso Nacional de Suínos de Raça Bísara, uma mostra de artesanato, fogo de artifício e espectáculos musicais, destacando-se no dia seis Roberto Leal e no Sábado Tiago Bettencourt & Mantha (Toranja). A Feira do Fumeiro de Vinhais tem crescido ao longo dos últimos anos, como sublinhou Américo Pereira: “esta feira, que começou por ser pequena, com uma dimensão concelhia, aos poucos foi-se afirmando na região como um dos acontecimentos mais importantes e é hoje uma feira regional que começa a ganhar escala nacional. E a feira já começou a ultrapassar fronteiras, pois fomos convidados a participar no Fórum Gastronómico de Girona, Espanha, um dos maiores da Europa, onde quatro de 12 chefes europeus presentes irão confeccionar menus com o fumeiro de Vinhais”. “A feira tem crescido em espaço, pessoas, volume de negócios e importância e numa altura destas não podemos ficar parados. É preciso promover acontecimentos que tragam movimento de pessoas e capitais para que a economia local não fique apática”, concluiu o autarca.
in http://www.mensageironoticias.pt/noticia/1257
A 29ª Feira do Fumeiro de Vinhais, que decorre de cinco a oito de Fevereiro, contará com 90 expositores de produtores de fumeiro, devidamente licenciados para o efeito, dos quais 60 são produtores individuais, 23 cozinhas regionais e quatro unidades industriais. “Todos os produtores presentes na feira estão licenciados, uns porque têm estabelecimentos de venda directa legalizados pelo decreto-lei 57/99, outros porque são unidades industriais e cerca de 60 possuem uma autorização temporária de laboração, regularizada pela circular emitida pelo Gabinete de Planeamento e Políticas do Ministério da Agricultura. A feira mantém a tradição dos seus produtos aliada à modernidade das novas regras e tem caminhado no sentido de ser inteiramente legal”, explicou Carla Alves, da organização do certame. Contudo, como acrescentou, “muito antes de existirem as normativas já tínhamos o regulamento da feira que restringia a participação de produtores, com o objectivo de garantir a qualidade e segurança dos produtos”. Entre as exigências, é obrigatório que o fumeiro seja de carne de porco bísaro ou cruzado de bísaro, que os porcos sejam abatidos no matadouro de Vinhais e que os animais sejam provenientes de uma exploração licenciada, com marca de exploração. O trabalho de licenciamento de produção que a autarquia tem levado a cabo será para continuar, pois no próximo ano o novo regulamento que entra em vigor em 29 de Janeiro, o decreto-lei 209/2008, um diploma de licenciamento industrial, irá introduzir alterações. “É um regime industrial onde cabe a pequena produção e é por aí que vamos tentar que os pequenos produtores para o ano estejam legais e enquadrados no novo regime”, referiu Carla Alves. Américo Pereira, presidente da Câmara Municipal de Vinhais, adiantou que o município já está a desenvolver um trabalho com os produtores de preparação para a nova legislação, afirmando compreender as exigências, uma vez que “a questão da segurança alimentar é muito importante e quem compra fumeiro de Vinhais tem a garantia absoluta de que compra fumeiro de qualidade”. Para além dos stands dedicados ao fumeiro, prevendo-se a venda de produtos de cerca de 550 porcos, a feira contará com a participação de 64 artesãos de todo o país, 15 expositores de maquinaria agrícola, dez tasquinhas, com cozinhas equipadas e licenciadas, e a novidade deste ano, um pavilhão onde estarão presentes 40 expositores de produtos gourmet nacionais, como azeite, vinhos, queijos, compotas, doçaria, entre outros. “Uma das grandes novidades é o espaço gourmet com produtos de excelência. Trata-se de um desafio importante, tendo-se reunido pela primeira vez 40 stands de produtos de grande qualidade e com muita procura”. O programa da 29ª edição tem ainda como novidade uma Luta de Touros, mas também as habituais Jornadas do Porco Bísaro, onde será discutido o recente diploma sobre a aplicação do novo regime aos pequenos produtores. Da feira, que este ano tem um orçamento inferior aos 170 mil euros da edição anterior, fazem ainda parte as jornadas gastronómicas, o Concurso Nacional de Suínos de Raça Bísara, uma mostra de artesanato, fogo de artifício e espectáculos musicais, destacando-se no dia seis Roberto Leal e no Sábado Tiago Bettencourt & Mantha (Toranja). A Feira do Fumeiro de Vinhais tem crescido ao longo dos últimos anos, como sublinhou Américo Pereira: “esta feira, que começou por ser pequena, com uma dimensão concelhia, aos poucos foi-se afirmando na região como um dos acontecimentos mais importantes e é hoje uma feira regional que começa a ganhar escala nacional. E a feira já começou a ultrapassar fronteiras, pois fomos convidados a participar no Fórum Gastronómico de Girona, Espanha, um dos maiores da Europa, onde quatro de 12 chefes europeus presentes irão confeccionar menus com o fumeiro de Vinhais”. “A feira tem crescido em espaço, pessoas, volume de negócios e importância e numa altura destas não podemos ficar parados. É preciso promover acontecimentos que tragam movimento de pessoas e capitais para que a economia local não fique apática”, concluiu o autarca.
in http://www.mensageironoticias.pt/noticia/1257
IV Festival de Sabores do Azeite Novo::
O Município de Mirandela vai organizar, de 28 de Janeiro a 1 de Fevereiro, o IV Festival de Sabores do Azeite Novo, com o apoio do Instituto Piaget, da Escola de Hotelaria e Turismo de Mirandela e da Rota do Azeite de Trás-os-Montes, entre outros.Do programa constarão um Festival Gastronómico, um Seminário Internacional, um Curso de Iniciação de Provadores de Azeite, exposições, tertúlias, peças de teatro, mercado de rua e o II Jantar de Beneficência Terra Olea a favor da Casa do Menino Jesus de Pereira.
Programa e mais informações em http://www.cm-mirandela.pt/index.php?oid=7687
Corgobus - A confirmação do sucesso
Corgobus transportou um milhão e 350 mil passageiros em 2008
O serviço de transportes públicos urbanos de Vila Real bateu todos os recordes registados, ao fechar o ano de 2008, com um milhão e 350 mil passageiros transportados, tendo sido um dos poucos casos, senão mesmo o único em Portugal, a registar um acréscimo significativo face ao ano anterior.
O presidente da Câmara Municipal de Vila Real, Manuel Martins, mostrou-se satisfeito com os resultados alcançados, uma vez que estes comprovam que a introdução dos transportes públicos em Vila Real foi uma aposta ganha da autarquia vila-realense. O Município tem vindo a assumir um papel de destaque no contexto nacional, sendo este mais um bom exemplo de como afirmar positivamente a região e a cidade no mapa do País.Para além de materializarem uma crescente adesão e fidelização dos cidadãos vila-realenses aos transportes públicos, contrariando as tendências menos positivas de outras cidades do País, os números mostram que as alterações que têm vindo a ser introduzidas na rede de transportes estão a corresponder às expectativas e vão ao encontro das necessidades reais da população. Exemplo disso mesmo tem sido o enorme sucesso que a Linha Nocturna tem vindo a registar, desde a sua entrada em vigor em Fevereiro de 2008, fruto da reorganização da rede, que implicou um aumento do esforço financeiro da Autarquia e que contou com um reforço das horas de maior procura, aumento da frequência em algumas linhas e introdução do serviço aos sábados à tarde, domingos e feriados. A autarquia de Vila Real considera que o sucesso alcançado, que se tem vindo a consolidar, é prova evidente da qualidade do trabalho e do empenho da empresa Corgobus, cuja política de acção tem afirmado o novo modelo de deslocação da população como uma alternativa segura, económica e eficiente. A Corgoburs regista, desde que começou a operar em Vila Real, em termos globais, mais de quatro milhões e 500 mil passageiros transportados.
in http://www.noticiasdevilareal.com/noticias/index.php?action=getDetalhe&id=4812
O serviço de transportes públicos urbanos de Vila Real bateu todos os recordes registados, ao fechar o ano de 2008, com um milhão e 350 mil passageiros transportados, tendo sido um dos poucos casos, senão mesmo o único em Portugal, a registar um acréscimo significativo face ao ano anterior.
O presidente da Câmara Municipal de Vila Real, Manuel Martins, mostrou-se satisfeito com os resultados alcançados, uma vez que estes comprovam que a introdução dos transportes públicos em Vila Real foi uma aposta ganha da autarquia vila-realense. O Município tem vindo a assumir um papel de destaque no contexto nacional, sendo este mais um bom exemplo de como afirmar positivamente a região e a cidade no mapa do País.Para além de materializarem uma crescente adesão e fidelização dos cidadãos vila-realenses aos transportes públicos, contrariando as tendências menos positivas de outras cidades do País, os números mostram que as alterações que têm vindo a ser introduzidas na rede de transportes estão a corresponder às expectativas e vão ao encontro das necessidades reais da população. Exemplo disso mesmo tem sido o enorme sucesso que a Linha Nocturna tem vindo a registar, desde a sua entrada em vigor em Fevereiro de 2008, fruto da reorganização da rede, que implicou um aumento do esforço financeiro da Autarquia e que contou com um reforço das horas de maior procura, aumento da frequência em algumas linhas e introdução do serviço aos sábados à tarde, domingos e feriados. A autarquia de Vila Real considera que o sucesso alcançado, que se tem vindo a consolidar, é prova evidente da qualidade do trabalho e do empenho da empresa Corgobus, cuja política de acção tem afirmado o novo modelo de deslocação da população como uma alternativa segura, económica e eficiente. A Corgoburs regista, desde que começou a operar em Vila Real, em termos globais, mais de quatro milhões e 500 mil passageiros transportados.
in http://www.noticiasdevilareal.com/noticias/index.php?action=getDetalhe&id=4812
Alheiras resistem à crise - Mirandela
Produto continua a ser muito requisitado no mercado e a produção em 2008 registou um aumento.
“Ser um produto certificado e com um preço ainda acessível para as bolsas” são as razões encontradas pelo presidente da Associação Comercial e Industrial de Mirandela (ACIM), entidade gestora, para esta imunidade à crise conjuntural. Para além disso, “o selo de certificação é uma garantia de segurança para o consumidor, além de diferenciar a qualidade dos produtos com protecção comunitária dos restantes”, acrescenta Jorge Morais. O dirigente associativo não tem dúvidas em afirmar que a alheira de Mirandela “é o produto que mais riqueza trás para o nosso concelho”. Uma situação confirmada por Joel Dias, um habitante de Vila Nova de Gaia que encontramos a sair de uma loja de produtos regionais com um saco de plástico cheio de alheiras. “Cada vez que passo por Mirandela não vou embora sem levar uns quilinhos de alheiras lá para casa, para a família e amigos”, afirma. Este cidadão é apenas um dos muitos turistas que visitam a cidade de Mirandela, sobretudo aos fins de semana, e não regressam sem levar vários quilos deste enchido tradicional, ex-libris da cidade. “É certamente o produto que traz maior riqueza para o concelho”, garante Jorge Morais, presidente da direcção da Associação Comercial e Industrial de Mirandela (ACIM). Constatamos, junto dos produtores e de empresários do sector, que a crise não chegou às alheiras de Mirandela. Os irmãos Cepeda (Rui e José) da empresa Eurofumeiro não têm dúvidas em afirmar que “o ano de 2008 foi excelente” para os produtores deste enchido tradicional. Segundo estes empresários, a receita para este sucesso está na confiança que o produto tem no mercado e também “porque estamos a falar de uma refeição muito económica, se tivermos em conta que um quilo de alheiras dá para uma refeição de uma família com um agregado familiar médio”. Este sector teve de se adaptar a novas regras. Do processo de fabrico artesanal passou-se para o industrial e com ele novas exigências de segurança alimentar rigorosas, que tiveram de ser acompanhadas com um forte investimento em equipamentos e formação do pessoal. Em 2008, esta empresa produziu uma média mensal de 90 toneladas de alheiras, “com um final de ano absolutamente fantástico que chegou às 108 toneladas”, diz José Cepeda. Comparativamente a 2007, a empresa aumentou cerca de dez por cento a produção da alheira. Uma situação que é confirmada pelos empresários do sector que têm pontos de venda ao público na cidade transmontana. “Não há dúvida que a alheira de Mirandela é uma referência da nossa cidade e a maioria das pessoas que nos visita pede esse enchido”, refere Maria do Céu, proprietária de um dos dez estabelecimentos comerciais de produtos regionais que estão instalados num perímetro de cerca de 500 metros, em pleno centro da cidade. Estas lojas nunca fecham as portas, nem mesmo aos domingos e feriados. Aliás, o domingo é muitas vezes o melhor dia da semana, porque são muitos os turistas que visitam a cidade, através de excursões organizadas ou mesmo nas viaturas particulares. “Já houve domingos em que se vendeu mais de 500 quilos de alheiras”, conta Maria do Céu. Os meses de Fevereiro e Março são sempre muito bons, porque há muita gente que visita a região para ver as amendoeiras em flor e aproveitam para comprar a alheira de Mirandela. Mas, “o melhor mês do ano é sempre o de Agosto, devido à vinda dos emigrantes”, acrescenta esta empresária que vende alheira tradicional, certificada e de caça. Esta procura do enchido mirandelense tem um efeito multiplicador, porque “as pessoas levam a alheira para as suas localidades e dão a provar a familiares e amigos que depois telefonam a encomendar”, afirma José Carlos Teixeira, que também abriu uma loja de venda de produtos regionais há cerca de quatro meses. Aqui só pode encontrar-se alheira certificada e de caça. “Continuo a pensar que a preservação da qualidade da alheira de Mirandela só será possível se apostarmos exclusivamente no produto certificado”, afirma.
Produto certificado ETG
A Alheira de Mirandela tem o registo provisório de produto específico de Especialidade Tradicional Garantida (ETG), mas a ACIM já requereu a passagem a Identificação Geográfica Protegida (IGP), porque “permitirá dar mais valias para os produtores da região”, assegura o presidente da direcção da ACIM. No entanto também “pode diminuir algumas atrocidades que existem pelo país”, diz Rui Cepeda, referindo-se à venda de enchidos com colagens à alheira de Mirandela. “Falta fiscalização e maior rigor”, acrescenta o empresário. Actualmente, com o registo de ETG, qualquer empresa do país pode produzir alheira de Mirandela, desde que cumpra o caderno de especificações que determina que este produto tem de ter como principais ingredientes a carne e gordura de porco, a carne de aves (galinha e/ou peru) e pão de trigo, o azeite e a banha, condimentados com sal, alho e colorau doce e/ou picante. Podem ainda ser usados como ingredientes a carne de animais de caça. É um enchido com formato de ferradura, cilíndrico, sendo o interior constituído por uma pasta fina na qual se apercebem pedaços de carne desfiadas e cujo invólucro é constituído por tripa natural, de vaca ou de porco. As carnes são preparadas, sendo cortadas em pedaços de tamanho médio, temperadas e deixadas a repousar. São depois cozidas, arrefecidas e desfiadas, operação fundamental para as características do produto final. Seguidamente, corta-se o pão em fatias finas com côdea, que são depois amolecidas na calda, e prepara-se a massa, ou seja, adicionam-se e misturam-se os ingredientes e acertam-se os condimentos. Depois de preparada a massa, enchem-se as tripas secas ou salgadas de vaca ou porco e atam-se em forma de ferradura. Por fim, tem lugar a fase da fumagem, que é feita com lume brando de madeira de oliveira, durante, pelo menos, oito dias.
O que mudará com a IGP
Tendo em conta que a produção da alheira de Mirandela requer carne de porco da raça Bísara (ou cruzamento com esta raça, desde um dos progenitores seja desta raça), a área geográfica de produção de matéria-prima fica assim também naturalmente delimitada à área de exploração do porco de raça Bísara, designadamente os concelhos de Alijó, Boticas, Chaves, Mesão Frio, Mondim de Basto, Montalegre, Murça, Régua, Ribeira de Pena, Sabrosa, Santa Marta de Penaguião, Vila Pouca de Aguiar, Valpaços e Vila Real, do distrito de Vila Real. No distrito de Bragança, os concelhos de Alfândega da Fé, Bragança, Carrazeda de Ansiães, Freixo de Espada à Cinta, Macedo de Cavaleiros, Miranda do Douro, Mirandela, Mogadouro, Torre de Moncorvo, Vila Flor, Vimioso e Vinhais. Tendo em conta as condições climáticas requeridas para a transformação da alheira de Mirandela, nomeadamente as necessárias à realização do processo de fumagem, no qual é utilizada lenha típica da região (carvalho e oliveira), o saber fazer das populações baseado em métodos locais, leais e constantes, o uso do pão regional de trigo, cujo segredo de fabrico permaneceu inalterado ao longo de múltiplas gerações de padeiros, a área geográfica de transformação e acondicionamento está circunscrita ao concelho de Mirandela.
Como são confeccionadas
As alheiras de Mirandela não são consumidas tal qual, devendo ser grelhadas ou assadas, de preferência, em "lume de carvão", acompanhadas com batatas e legumes cozidos. Mas também podem ser estufadas, depois de envolvidas em couve lombarda.
In www.mensageironoticias.pt/noticia/1262
“Ser um produto certificado e com um preço ainda acessível para as bolsas” são as razões encontradas pelo presidente da Associação Comercial e Industrial de Mirandela (ACIM), entidade gestora, para esta imunidade à crise conjuntural. Para além disso, “o selo de certificação é uma garantia de segurança para o consumidor, além de diferenciar a qualidade dos produtos com protecção comunitária dos restantes”, acrescenta Jorge Morais. O dirigente associativo não tem dúvidas em afirmar que a alheira de Mirandela “é o produto que mais riqueza trás para o nosso concelho”. Uma situação confirmada por Joel Dias, um habitante de Vila Nova de Gaia que encontramos a sair de uma loja de produtos regionais com um saco de plástico cheio de alheiras. “Cada vez que passo por Mirandela não vou embora sem levar uns quilinhos de alheiras lá para casa, para a família e amigos”, afirma. Este cidadão é apenas um dos muitos turistas que visitam a cidade de Mirandela, sobretudo aos fins de semana, e não regressam sem levar vários quilos deste enchido tradicional, ex-libris da cidade. “É certamente o produto que traz maior riqueza para o concelho”, garante Jorge Morais, presidente da direcção da Associação Comercial e Industrial de Mirandela (ACIM). Constatamos, junto dos produtores e de empresários do sector, que a crise não chegou às alheiras de Mirandela. Os irmãos Cepeda (Rui e José) da empresa Eurofumeiro não têm dúvidas em afirmar que “o ano de 2008 foi excelente” para os produtores deste enchido tradicional. Segundo estes empresários, a receita para este sucesso está na confiança que o produto tem no mercado e também “porque estamos a falar de uma refeição muito económica, se tivermos em conta que um quilo de alheiras dá para uma refeição de uma família com um agregado familiar médio”. Este sector teve de se adaptar a novas regras. Do processo de fabrico artesanal passou-se para o industrial e com ele novas exigências de segurança alimentar rigorosas, que tiveram de ser acompanhadas com um forte investimento em equipamentos e formação do pessoal. Em 2008, esta empresa produziu uma média mensal de 90 toneladas de alheiras, “com um final de ano absolutamente fantástico que chegou às 108 toneladas”, diz José Cepeda. Comparativamente a 2007, a empresa aumentou cerca de dez por cento a produção da alheira. Uma situação que é confirmada pelos empresários do sector que têm pontos de venda ao público na cidade transmontana. “Não há dúvida que a alheira de Mirandela é uma referência da nossa cidade e a maioria das pessoas que nos visita pede esse enchido”, refere Maria do Céu, proprietária de um dos dez estabelecimentos comerciais de produtos regionais que estão instalados num perímetro de cerca de 500 metros, em pleno centro da cidade. Estas lojas nunca fecham as portas, nem mesmo aos domingos e feriados. Aliás, o domingo é muitas vezes o melhor dia da semana, porque são muitos os turistas que visitam a cidade, através de excursões organizadas ou mesmo nas viaturas particulares. “Já houve domingos em que se vendeu mais de 500 quilos de alheiras”, conta Maria do Céu. Os meses de Fevereiro e Março são sempre muito bons, porque há muita gente que visita a região para ver as amendoeiras em flor e aproveitam para comprar a alheira de Mirandela. Mas, “o melhor mês do ano é sempre o de Agosto, devido à vinda dos emigrantes”, acrescenta esta empresária que vende alheira tradicional, certificada e de caça. Esta procura do enchido mirandelense tem um efeito multiplicador, porque “as pessoas levam a alheira para as suas localidades e dão a provar a familiares e amigos que depois telefonam a encomendar”, afirma José Carlos Teixeira, que também abriu uma loja de venda de produtos regionais há cerca de quatro meses. Aqui só pode encontrar-se alheira certificada e de caça. “Continuo a pensar que a preservação da qualidade da alheira de Mirandela só será possível se apostarmos exclusivamente no produto certificado”, afirma.
Produto certificado ETG
A Alheira de Mirandela tem o registo provisório de produto específico de Especialidade Tradicional Garantida (ETG), mas a ACIM já requereu a passagem a Identificação Geográfica Protegida (IGP), porque “permitirá dar mais valias para os produtores da região”, assegura o presidente da direcção da ACIM. No entanto também “pode diminuir algumas atrocidades que existem pelo país”, diz Rui Cepeda, referindo-se à venda de enchidos com colagens à alheira de Mirandela. “Falta fiscalização e maior rigor”, acrescenta o empresário. Actualmente, com o registo de ETG, qualquer empresa do país pode produzir alheira de Mirandela, desde que cumpra o caderno de especificações que determina que este produto tem de ter como principais ingredientes a carne e gordura de porco, a carne de aves (galinha e/ou peru) e pão de trigo, o azeite e a banha, condimentados com sal, alho e colorau doce e/ou picante. Podem ainda ser usados como ingredientes a carne de animais de caça. É um enchido com formato de ferradura, cilíndrico, sendo o interior constituído por uma pasta fina na qual se apercebem pedaços de carne desfiadas e cujo invólucro é constituído por tripa natural, de vaca ou de porco. As carnes são preparadas, sendo cortadas em pedaços de tamanho médio, temperadas e deixadas a repousar. São depois cozidas, arrefecidas e desfiadas, operação fundamental para as características do produto final. Seguidamente, corta-se o pão em fatias finas com côdea, que são depois amolecidas na calda, e prepara-se a massa, ou seja, adicionam-se e misturam-se os ingredientes e acertam-se os condimentos. Depois de preparada a massa, enchem-se as tripas secas ou salgadas de vaca ou porco e atam-se em forma de ferradura. Por fim, tem lugar a fase da fumagem, que é feita com lume brando de madeira de oliveira, durante, pelo menos, oito dias.
O que mudará com a IGP
Tendo em conta que a produção da alheira de Mirandela requer carne de porco da raça Bísara (ou cruzamento com esta raça, desde um dos progenitores seja desta raça), a área geográfica de produção de matéria-prima fica assim também naturalmente delimitada à área de exploração do porco de raça Bísara, designadamente os concelhos de Alijó, Boticas, Chaves, Mesão Frio, Mondim de Basto, Montalegre, Murça, Régua, Ribeira de Pena, Sabrosa, Santa Marta de Penaguião, Vila Pouca de Aguiar, Valpaços e Vila Real, do distrito de Vila Real. No distrito de Bragança, os concelhos de Alfândega da Fé, Bragança, Carrazeda de Ansiães, Freixo de Espada à Cinta, Macedo de Cavaleiros, Miranda do Douro, Mirandela, Mogadouro, Torre de Moncorvo, Vila Flor, Vimioso e Vinhais. Tendo em conta as condições climáticas requeridas para a transformação da alheira de Mirandela, nomeadamente as necessárias à realização do processo de fumagem, no qual é utilizada lenha típica da região (carvalho e oliveira), o saber fazer das populações baseado em métodos locais, leais e constantes, o uso do pão regional de trigo, cujo segredo de fabrico permaneceu inalterado ao longo de múltiplas gerações de padeiros, a área geográfica de transformação e acondicionamento está circunscrita ao concelho de Mirandela.
Como são confeccionadas
As alheiras de Mirandela não são consumidas tal qual, devendo ser grelhadas ou assadas, de preferência, em "lume de carvão", acompanhadas com batatas e legumes cozidos. Mas também podem ser estufadas, depois de envolvidas em couve lombarda.
In www.mensageironoticias.pt/noticia/1262
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